Acontece que eu fiz a cirurgia bariátrica, ou seja, tirei um pedaço do estômago.
Gerou várias conseqüências, algumas óbvias, outras nem tanto:
- Perdi 60 quilos em um ano (valeu, dr. Afonso Sallet!)
- Parei de comprar em lojas especiais, posso procurar camisetas nas bancas de R$ 10,00 sem susto (eeeeeba!!!)
- Todos os meus indicadores de saúde melhoraram
- Preciso mastigar várias vezes antes de engolir, comendo bem lentamente e em pequenas porções de cada vez. Assim, acabo comendo várias vezes por dia, e se possível como durante o dia todo.
Com isso, passei a prestar muito mais atenção ao que como:
- Só ponho na boca o que gosto
- Não tenho pena de não comer tudo. Se der, levo pra viagem. Se não, jogo fora sem dó. Sem querer cair no lugar comum, não sou lixeira...
Assim, aquela função biológica de se alimentar para sobreviver acabou se transformando em uma experiência muito prazerosa. Hoje posso dizer que usufruo do que como, e não preciso de uma grande quantidade para gerar este prazer. Até mesmo escrever sobre comida pode ser uma forma de ficar satisfeita!
Sabe qual foi a melhor parte? Acredite se quiser, confirmei que a minha família já gostava de mim do jeito que eu era antes...

E dava pra não gostar, Cynthia? Não só a sua família gostava de você como era antes, os amigos (de quase infância, como eu) também! Parabéns pelos resultados, pelas descobertas pós-cirurgia, pela nova "embalagem". O conteúdo sempre foi muito, muito legal ;-)
ResponderExcluirE parabéns pelo blog, com certeza vou acompanhar
Bjs
Sogrinha,depois que você conheceu o seu genro nunca mais você precisou jogar comida fora...haushushaushuahs!!!!
ResponderExcluirParabéns pelo Blog.