sábado, 12 de novembro de 2011

Love Actually


Já assisti ao filme Simplesmente Amor umas vinte vezes. Tenho a fita, e mesmo assim assisto todas as vezes que passa na TV. Resolvi analisar por que eu gosto tanto deste filme.
Primeiro, por que fala de amor, e eu sou totalmente romântica. O filme conta cinco ou seis estórias simultâneas, de amores antigos e novos, correspondidos ou não, com desfechos os mais variados. E cada uma das estórias me emociona.
Uma das cenas que não me canso de assistir, e que me leva às lágrimas, é a da esposa que descobre que o marido comprou uma jóia, e não foi para ela. A frase é contundente:
“Would you wait around to find out if it's just a necklace, or if it's sex and a necklace, or if, worst of all, it's a necklace and love? Would you stay, knowing life would always be a little bit worse? Or would you cut and run?”
O homem que ama a esposa do melhor amigo em silêncio também é comovente. A cena dos cartazes é hit no youtube. E a maneira como ela descobre esse amor é engenhosa e sutil. A irmã que renuncia ao amor para estar perto do irmão doente chega a doer.
O casal que não fala a mesma língua é uma graça. Eles conseguem comunicar o mais importante, mesmo sem entender nada do que o outro diz.
O rapaz que vai aos Estados Unidos e consegue todas as garotas bonitas do pedaço traz humor ao filme, assim como o casal de tímidos que vive de filmes pornôs.
E as músicas são maravilhosas. Encaixam-se à perfeição no enredo, trazendo mais emoção. O viúvo que faz uma homenagem à esposa com os Beach Boys, e que consola o enteado com Titanic, além do recurso do menino para conquistar a amada. A dança do primeiro ministro. A música da cena em que Aurélia serve às mesas e se vira para ouvir a declaração de amor de Jamie.
Engraçado, cada vez que assisto a esse filme, penso que gostarei de assisti-lo novamente. Eu recomendo, mas só aos românticos.

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